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Você deixaria o ChatGPT controlar a sua casa inteligente?

Você deixaria o ChatGPT controlar a sua casa inteligente?
Positivo Casa Inteligente
nov. 17 - 5 min de leitura
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Nos últimos meses, você provavelmente ouviu falar do ChatGPT – uma nova tecnologia que vem dando o que falar. Lançado em dezembro de 2022 pela OpenAI, empresa norte-americana dedicada ao estudo e desenvolvimento de inteligências artificiais, essa nova IA representa a evolução de uma ferramenta que vem sendo explorada há décadas, mas que chamou a atenção recentemente devido à sua grande capacidade de aprender e interagir de formas únicas com os usuários.

Uma inteligência artificial basicamente se resume a um sistema criado para simular e replicar pensamentos humanos, mas sempre de uma forma bastante limitada. O objetivo desse tipo de tecnologia é explorar a capacidade de autonomia dos computadores, de forma que eles consigam contribuir com a humanidade de diversas maneiras e facilitar aspectos do nosso cotidiano. O ChatGPT elevou essas possibilidades a um novo patamar e promete mudar basicamente tudo que já usufruímos através de avanços tecnológicos.

Até mesmo a sua casa inteligente pode passar a ser controlada por essa nova inteligência artificial no futuro, algo que já está em desenvolvimento entre as principais empresas de tecnologia do ramo. A seguir, entenda melhor o que é o ChatGPT e como ele pode ser introduzido nas smart homes em breve.

O que é ChatGPT?

O ChatGPT é uma inteligência artificial que funciona como um chatbot, aqueles “robôs” com quem interagimos em canais de atendimento e redes sociais. A ferramenta foi disponibilizada gratuitamente na web para qualquer pessoa que deseja criar uma conta no seu site. Mas a tendência é que futuramente o programa seja um serviço pago. Vale lembrar que a versão atual ainda está em fase de testes, então não se trata de um lançamento oficial.

computador com um chatbot aberto

Essa IA faz bom uso do que chamamos de machine learning, ou aprendizado de máquinas. Esse é um termo utilizado para definir a capacidade que certos sistemas possuem de aprender com novas interações e situações variadas, adaptando todo seu processamento e “raciocínio” de acordo com as novas informações que vão aparecendo. É um recurso muito utilizado em inteligências artificiais modernas, mas não de uma forma tão profunda quanto a vista neste caso.

Basicamente, o ChatGPT é capaz de conversar sobre qualquer assunto e ainda ir além. Seu principal diferencial é que suas respostas não são superficiais e, muitas vezes, incluem informações profundas e bem específicas sobre os mais diversos temas. Quando a IA ainda não possui nenhum registro sobre o que lhe foi perguntado, ela solicita ajuda do usuário, pedindo para que ele explique de maneira mais detalhada. Dessa forma, tudo que lhe for dito é registrado e usado em outras interações.

Com possibilidades praticamente infinitas, a IA já provou ser capaz de escrever textos inteiros, músicas, poemas, roteiros e muito mais. Contudo, como é uma tecnologia nova e sem nenhum tipo de restrição, ainda existem questionamentos éticos relacionados ao seu uso, principalmente se tratando da propagação de informações falsas. O chat não verifica a procedência daquilo que lhe foi ensinado, apenas replica tudo que está no seu banco de dados, então é algo que precisa de mais atenção e cuidado.

ChatGPT em casas inteligentes

As casas inteligentes são residências equipadas com uma série de dispositivos smart, todos capazes de se conectar à internet e receber comandos do smartphone. Dessa forma, é possível automatizar diversos processos ou simplesmente controlar certos aspectos a qualquer distância, um recurso que só esse tipo de tecnologia pode proporcionar.

Quem tem familiaridade com esses dispositivos costuma utilizar assistentes virtuais, como o Google Assistente ou a Alexa da Amazon, para controlá-los via comandos de voz. Isso facilita ainda mais o processo, bastando dizer algumas palavras como “acenda a luz da sala” ou “ligue o ar-condicionado” para que essas inteligências artificiais se responsabilizem do restante.

Ainda que sejam tecnologias bem avançadas, os assistentes virtuais carecem de uma capacidade de raciocínio mais elaborada, que permita que eles entendam frases mais complexas ou menos detalhadas. Sempre será necessário dar ordens bem específicas para que eles consigam entender o que deve ser feito, caso contrário, não será possível seguir adiante com o que foi solicitado.

mulher configurando um assistente virtual pelo smartphone

Nos Estados Unidos, algumas empresas já estão estudando formas de aplicar o ChatGPT nesses assistentes virtuais, buscando melhorar ainda mais a capacidade de interações entre o usuário e o robô. Dessa forma, seria possível dar mais autonomia para que eles consigam tomar atitudes que não estejam diretamente explícitas nas palavras ditas pelo morador. Por exemplo: ao dizer que a sala está muito escura, a IA será capaz de entender as circunstâncias e ligará a luz automaticamente, sem a necessidade de receber uma ordem direta para isso.

Ainda que esteja em fase de testes e não exista previsão de quando tudo isso chegará ao mercado, sabemos que a tecnologia evolui em um ritmo surpreendente. Por isso, a nova geração de assistentes virtuais já está definida e podemos esperar que elas transformem por completo a forma como as pessoas utilizam seus produtos inteligentes em casa.

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